A Talidomida foi proibida no Brasil no início dos anos 60, mas voltou a ser usada na segunda metade da década de 1990. A partir de então, mais crianças nasceram com problemas, por causa da substância.

Décadas 1990 e 2000: a diversificação e a continuidade do uso da droga no tratamento de Lupus, Câncer, Leucemia, Vitiligo, Aftas, Tuberculose, etc. geraram o nascimento de dezenas de novos casos de crianças vitimadas pela droga ( 2a e 3a Geração); principalmente em função da desinformação, inclusive de profissionais da área da saúde e pela automedicação, uma prática constante no Brasil.

Em 1997, o Ministério Público do Estado de São Paulo apresentou uma ação civil pública, pedindo que a União pagasse às vítimas da segunda geração uma indenização por danos morais. A tese defendia que “a responsabilidade da União em relação a essas vítimas era muito maior do que em comparação com as primeiras vítimas, quando os riscos do medicamento não eram conhecidos”.

A ingestão de um único comprimido de Talidomida nos três primeiros meses de gestação ocasiona a Focomelia.

Os homens que tomam a Talidomida e mantém vida sexual ativa com mulheres em idade fértil, mesmo tendo sido submetidos à vasectomia, devem ser orientados a adotar o uso de preservativo durante o tratamento. Esses homens não devem doar sangue ou esperma.(Fonte: http://www.talidomida.org.br/oque.asp)

Todos devem reivindicar condições melhores de vida, e entender que as leis foram feitas para serem cumpridas por seus responsáveis.

20 de fev de 2013

Jovem sem braços aprende a pilotar e dirigir com os pés


Um raro defeito congênito fez com que a americana Jessica Cox nascesse sem os braços. Mas a deficiência não a impede de viver a vida intensamente. Na verdade, Jessica, aos 30 anos, já experimentou e conquistou mais coisas do que muita gente ao longo de toda uma vida. Ela consegue dirigir, pilotar aviões e tocar piano - tudo com seus pés. Em 2012, Jessica se casou com Patrick, seu ex-professor de Taekwondo (arte marcial em que ela é faixa preta). O casal vive em Tucson, Arizona. Atualmente ela viaja o mundo como palestrante motivacional, usando sua própria vida como exemplo. Neste mês ela visitará a Etiópia, para ajudar a promover os direitos de portadores de deficiências.

Nadador sem braços nem pernas quer fazer travessias continentais